Cara, é difícil até começar... mas vamos lá.
Isso me lembrou a época em que eu era moderador de uma das comunidades mais polêmicas do extinto Orkut (sim, estou ficando velho... hehe): "Física Quântica, a Revolução", que reunia estudantes de Física e áreas afim, livre-pensadores, filósofos, místicos, ocultistas, simples curiosos, etc., etc., etc. Cada semana, uma nova pessoa aparecia alardeando ideias revolucionárias que iriam "solucionar" os problemas mais profundos da Física e da existência humana... e a característica comum a todas elas era: claro, a exaltação de si mesma como artífice da "revolução" e, principalmente, o argumento construído sobre um conjunto de divagações, hora usando retalhos incompletos de dados científicos, hora misturando Filosofia e autoajuda. Bem, de resultado prático mesmo, não conseguiam nada, mas ainda sim valia uma boa "conversa de bar" virtual.... hehe... Ôôh, saudade dessa época, pois o Facebook é feito para incentivar superficialidades, ou seja, é feito para dificultar qualquer tipo de discussão de mais alto nível intelectual... credo! Outras mídias sociais atuais, no entanto, são construídas para serem ainda mais superficiais...)
Por outro lado, eu também observava o exemplo dos meus professores do Instituto de Física, já que, naquele tempo, estava na graduação. Era um show de horrores! Se, por um lado, havia o mundo do "oba-oba" do Orkut, onde valia tudo, por outro, o meio acadêmico brasileiro, pelo menos da Física "dura", é majoritariamente estagnado. Uma vez, na sala do café do departamento de Física Nuclear, ouvi da boca de um professor do Instituto, muito prestigiado, por sinal, a seguinte frase: "Não há mais nada para se pensar, pois tudo que você fizer, alguém já terá feito antes". Então, pensei com meus botões: "Esse é uma mula encilhada com título de doutor". Deve ser triste, ou não, ser apenas mão de obra (muito) qualificada e ser intelectualmente submisso. Foi por isso que migrei para o Ensino de Física e, agora, para a História e Filosofia das Ciências Naturais.
O que quero dizer com isso tudo? Não há mal nenhum em você ser curioso e exercitar sua capacidade de livre-pensamento, acho isso excelente, mas você deve encontrar um caminho intermediário entre o "vale tudo" e o "cabresto". As teorias científicas não são apenas um jogo de palavras. Na verdade, a passagem histórica que fez surgir as Ciências Naturais como áreas dentro da Filosofia Natural envolve, em grande parte, a crítica ao método puramente lógico proposto por Aristóteles. É claro que Aristóteles não pregava coisas aleatórias, pois criou, e esse é um mérito dele, um método robusto, mas muitas das coisas que ele acreditava estarem certas por seguir a lógica, na prática, simplesmente não funcionavam. É por isso que as Ciências se chamam assim, pois significa estar ciente de como as coisas funcionam. Esse é justamente o argumento usado por René Descartes, ou seja, resumindo, podemos saber como as coisas funcionam, mas o porquê, isso só cabe a Deus, segundo ele.
É claro que esse saber empírico levou muitos filósofos naturais, depois transformados em "cientistas" (criados a partir da profissionalização dessas áreas no contexto pós-Revolução Industrial), a defenderem que, de alguma forma, os experimentos revelavam a verdade oculta na Natureza. Esse pessoal ficou conhecido como "empiristas", mas não foram os únicos. Também haviam os "racionalistas", que chegaram ao ápice no idealismo de Kant, em que o conhecimento das coisas eram anteriores à própria vivência sensorial, mesmo que sem dizer, de fato, sua origem. Para mim, sinceramente, Kant tentou dar uma de Platão, deu volta, deu volta, e não chegou às vias de fato... hehe... mas pode ter sido útil como caminho até chegar na Filosofia Natural do século XX.
Uma nova Física e o idealismo kantiano é substituído por uma nascente Psicologia, temperada com a Sociologia, em um século marcado por duas guerras mundiais, seguidas de uma guerra fria de gelar os ossos. É nesse contexto que se desenvolve os pensamentos de Popper, Kuhn, Latour, etc. Na nossa discussão atual, eu acho que podemos ficar só com Popper. Enfim, não basta só os dados experimentais, pois eles estão sujeitos a interpretações, segundo ele, que dependem do contexto social, do período histórico, etc. Assim, Popper não diz que se deve jogar fora o conhecimento empírico, apenas que ele não tem significado por si mesmo.
Eu poderia até chamar o conhecimento empírico em si de objeto das Ciências e as teorias científicas de objetos de uma "metafísica". Para não gerar confusão com as várias interpretações dessa palavra, vou chamar de Metaciência Natural, ou seja, algo que está além das Ciências Naturais, mas, ainda assim, está dentro da Filosofia Natural. Essa Metaciência não é estagnada, mas também não é um "vale tudo". Será que sua Teoria X realmente funciona na prática? Como você pode provar que ela funciona?
Sinceramente, eu não vi nada que tenha me convencido e acredito que você não tenha convencido ninguém aqui. Até agora, infelizmente, é apenas uma "pobre pessoa incompreendida e massacrada por um sistema injusto", mas, mesmo assim, o ônus da prova continua sendo seu. Seu argumento central é que existe uma relação entre os efeitos da dilatação temporal da Relatividade com o efeito benéfico do sono no organismo humano. O efeito benéfico do sono pode ser explicado, de forma bem grotesca, como uma melhoria na capacidade do organismo de se regenerar. Grosso modo, é uma pausa necessária e periódica numa "fábrica" visando sua manutenção. Se a manutenção não for, repetidamente, bem feita, a vida útil da fábrica diminui. Desculpe a analogia, mas é basicamente isso. Agora, o que significa a dilatação temporal relacionada ao envelhecimento térmico das coisas?
Se você conseguir responder essa pergunta, então eu vou saber se, pelo menos, você conhece, na prática, do que se trata a Relatividade... e, se você souber a resposta, espero que perceba que esse efeito não pode ser corrigido por processos de regeneração celular... hehe
Otávio Fossa me prove que a Simultaneidade dos eventos da Relatividade está correta.
Me prove que a quântica é científica, e não um formalismo matemático.
Me.prove que.multivesos existem.
Me prove que a dualidade onda partícula existe?
Me prove que a teoria das cordas é científica?
Me.prove que um gato pode estár vivo e morto ao mesmo tempo, isso é possível?
Me prove que um gêmeo que.viajou a velocidade da luz não envelheceu?
Me prove o que é gravidade.
Me prove se existe átomo.
Acho que está bom,.apenas para começar. Estou aguardando tua resposta, mui respeitosamente.
Se.voce provar esses dados, tua crítica estara fundamentada.
Otávio Fossa A.pergunta esta respondida, a resposta está no texto da teoria X, mas teu preconceito não te permitiu enxergar, e.tua baixa-auto estima projetada para os outros não te permitiu observar.
A teoria X análisa do biológico, para o molecular, atômico, subatomicas...
Nissa inclui a entropia, teoria dos caos, Cosmologica, Astrofísica....
Está tudi na teoria X de Edson Exs.
O teu professor ao dizer que 'tudo está definido' foi tolo, ou arrogante.
Falando em Okut, enquanto.os jovens jogavam counter Strike, um jovem já publicava ali nas comunidades de ciência, suas teorias, como por exemplo, essa dos gêmeos sem paradoxo, da Teoria X. Que em sua premissa está correta.
Será que te encontrei lá e tu me.falaste essas 'mesmas' coisas, de depriacao, falta de respeito com o trabalho dos outros, incentivando pessoas a desistir de seus sonhos, ao invés de orienta-las. seja como for, nunca ouvi pessoas como o teu professor, e nem iguais a você.
E aíndaa bem que tudo deu errado, de.la pra cá, escrevi sobre.milhares de sistemas da filosofia e da ciência.
E você o que criou?
(Espero que muitas coisas)
Edson Exs... você não acha que entrar nessa seara do argumento de reversão do ônus da prova é uma atitude imprudente? Lembre-se que é você quem está tentando convencer as pessoas aqui de que seu ponto de vista está correto, não eu... ahauahuahuahauhaua
Eu não tenho problemas em instruir, mas é sempre bom fazer uma avaliação diagnóstica. Você tem um bom domínio de Matemática avançada? Você sabe por que a Matemática tornou-se uma linguagem quase essencial para a Física? Você já entrou em um laboratório de Física? Já fez experimentos metódicos? Sabe, até Bruno Latour precisou de uma imersão na sociedade em que se propôs a estudar. Podemos até discordar das conclusões que ele chegou sobre o fazer científico, mas, pelo menos, ninguém pode negar que ele conheceu sobre o que estava falando. Só posso fazer um demonstração tida como científica se eu souber que você sabe quais são as regras. Se não, sempre vai parecer um "vale tudo" para um leigo.
Não estou dizendo que suas ideias não possuem valor, só estou dizendo que elas possuem (muitas) lacunas que você ainda não conseguiu perceber. Vou usar as próprias perguntas que você me fez e vou tentar respondê-las usando uma argumentação externalista, ou seja, que está além do próprio conteúdo científico, já que eu não sei seu domínio sobre o conteúdo em si.
"Otávio Fossa me prove que a Simultaneidade dos eventos da Relatividade está correta."
"Me prove que a quântica é científica, e não um formalismo matemático."
"Me prove se existe átomo."
Como eu disse antes, Ciência não é algo que se prova com jogo de palavras, não é um "vale tudo" intelectual. O exemplo que dei de Aristóteles é exatamente para mostrar que, até usando uma lógica robusta, as coisas podem não funcionar na vida real. Além disso, existe um "padrão de qualidade" para entender o que significa "funcionar". Um pedreiro de esquina até pode erguer uma casa, com 1... 2... ou até 3 andares, mas eu não passaria nem perto se ele tentasse construir, com base no pouco que sabe, um arranha-céu de 100 andares, mesmo que dessem a ele todo o dinheiro necessário para fazê-lo. No caso da simultaneidade e da própria Relatividade, é o que "tem pra hoje". Dentro de todas as ideias disponíveis atualmente, ela é a que melhor consegue atender as necessidades. O próprio funcionamento do GPS depende disso (lembrando que só usamos a versão civil dessa tecnologia, pois a versão militar é ainda mais precisa).
No caso da Mecânica Quântica, vale a mesma coisa: ela funciona extremamente bem para aquilo que foi feita. Já em relação aos átomos, basta você ter o instrumento de medida correto nas mãos para observá-los, como os microscópios de força atômica. É claro que ter o instrumento e fazer a observação não é suficiente para dizer que revelou a "verdade escondida na Natureza", mas cuidado com o nihilismo total. Daqui a pouco, você fica louco só por saber que até seus olhos são um instrumento de medida, e nem é um dos mais precisos... hehe
A questão da Ciência não é exatamente o que está correto (o que é verdade), mas, sim, o que funciona na prática. O que importa é o que permite vantagem tecnológica ou tem potencial de gerar uma vantagem tecnológica. O cientista em si é uma pessoa curiosa, assim como você também é, mas curiosidade, sozinha, não põe comida na mesa... hehe... e nem garante dinheiro para as pesquisas. Quem paga quer retorno em algo que funcione, então os cientistas seguem fazendo o possível em meio a essa "prostituição intelectual".
Mais uma vez, é por isso que eu citei que os filósofos naturais se tornaram cientistas após a profissionalização. Antes disso, os filósofos naturais eram majoritariamente pessoas abastadas que podiam bancar seu próprio hobby (ao estilo "homem de ferro" da Marvel), e, mesmo assim, rolava uma relação de "amizade" com outras pessoas poderosas e "interessadas".
Nesse ponto, você pode me perguntar se: a Ciência é apenas uma conspiração dos poderosos para enganar as pessoas. Não, pois os poderosos dão a mínima paras as pessoas comuns. Só prestam atenção quando as massas começam a encher o saco, e lançam as migalhas para acalmar a multidão. Sinceramente, a Ciência faz parte de uma disputa de poder entre os poderosos para saber quem tem mais poder. Você não está acompanhando a "rinha de bilionários" entre Jeff Bezos, Elon Musk e Richard Branson na "corrida espacial do século XXI"? Talvez nós, reles mortais, tenhamos algum benefício, por tabela, dessa disputa, mas eles só estão preocupados com eles mesmos...
Depois de tudo isso, ainda existem pessoas altruístas e bem intencionadas? Até existem, mas não é isso que realmente move a Ciência. Do mais, ainda parece sobrar algum benefício da Ciência para nós, pessoas comuns...
"Me.prove que.multivesos existem."
"Me prove que a teoria das cordas é científica?"
Isso não só não posso provar, como nem mesmo aqueles que defendem essa ideia conseguem...
Eu acho que a divulgação científica acaba incentivando, no público leigo, uma distorção do que é científico e do que é metacientífico. Teorias de cordas, hipótese de multiversos, etc., são ideias que chamam a atenção do público e vendem bastante, mas, dentro do meio especializado, existem aqueles que defendem essas ideias, que são minoria, e existe a grande maioria que "só acredita vendo", que nem "São Tomé". Essas hipóteses são fortemente baseadas em dados científicos conhecidos, mas ainda não foram capazes de funcionar de fato ao ponto de serem realmente chamadas de científicas, ou seja, ainda não viraram conhecimento. Não sei nem se irão tornar-se científicas... hehe (eu não ponho minha mão no fogo)
"Me prove o que é gravidade."
Eu não posso provar o que é a gravidade, eu só posso demonstrar como ela funciona dentro de um limite de validade experimental. Eu citei Descartes justamente para dizer que a Ciência não explica os porquês, só identifica como as coisas funcionam. Depois vem a Tecnologia e dá uma utilidade a esse conhecimento. É claro que a maioria dos cientistas não gostam só de descrever fenômenos e tendem a exercitar sua capacidade de interpretação daquilo que estudam. Essas são apenas interpretações sujeitas a mudanças ao longo do tempo, mas atendem às necessidades humanas de tentar explicar o mundo à sua volta.
Resumindo, falar que as coisas caem por causa da gravidade não faz o menor sentido, pois isso é, no mínimo, um argumento circular... ahauhauhauahuahauau
"Me prove que um gêmeo que.viajou a velocidade da luz não envelheceu?"
Olha, existe o famoso experimento de Rafele-Keating. Não foi feito com gêmeos, mas é bem interessante. A ideia de colocar gêmeos é só para fins didáticos, e, no original de 1911, Lagevin apenas disse que eram dois irmãos, não disse que eram gêmeos... hehe... É claro que não é o único experimento que existe, mas, o ideal mesmo, é você trabalhar em algum laboratório ou algum grupo experimental em que efeitos relativistas são verificados constantemente. Esse é o melhor jeito de alguém convencer-se de algo funciona. Só ouvir falar não é confiável...
"Me.prove que um gato pode estár vivo e morto ao mesmo tempo, isso é possível?"
Essa foi uma analogia usada por Schrödinger para tentar descrever o que acontece na Mecânica Quântica. Foi uma analogia infeliz, na verdade. Didaticamente, ela abre brecha para o surgimento de uma série de concepções alternativas, em vez de reforçar a concepção que se quer esclarecer.
"Me prove que a dualidade onda partícula existe?"
Não existe, pois esse é um vício de linguagem que vem da Física Clássica. O que existe é um comportamento quântico, verificado experimentalmente, que é estranho para quem tentar explicar usando a Física Clássica.
Edson Exs... você não acha que entrar nessa seara do argumento de reversão do ônus da prova é uma atitude imprudente? Lembre-se que é você quem está tentando convencer as pessoas aqui de que seu ponto de vista está correto, não eu... ahauahuahuahauhaua
Eu não tenho problemas em instruir, mas é sempre bom fazer uma avaliação diagnóstica. Você tem um bom domínio de Matemática avançada? Você sabe por que a Matemática tornou-se uma linguagem quase essencial para a Física? Você já entrou em um laboratório de Física? Já fez experimentos metódicos? Sabe, até Bruno Latour precisou de uma imersão na sociedade em que se propôs a estudar. Podemos até discordar das conclusões que ele chegou sobre o fazer científico, mas, pelo menos, ninguém pode negar que ele conheceu sobre o que estava falando. Só posso fazer um demonstração tida como científica se eu souber que você sabe quais são as regras. Se não, sempre vai parecer um "vale tudo" para um leigo.
Não estou dizendo que suas ideias não possuem valor, só estou dizendo que elas possuem (muitas) lacunas que você ainda não conseguiu perceber. Vou usar as próprias perguntas que você me fez e vou tentar respondê-las usando uma argumentação externalista, ou seja, que está além do próprio conteúdo científico, já que eu não sei seu domínio sobre o conteúdo em si.
"Otávio Fossa me prove que a Simultaneidade dos eventos da Relatividade está correta."
"Me prove que a quântica é científica, e não um formalismo matemático."
"Me prove se existe átomo."
Como eu disse antes, Ciência não é algo que se prova com jogo de palavras, não é um "vale tudo" intelectual. O exemplo que dei de Aristóteles é exatamente para mostrar que, até usando uma lógica robusta, as coisas podem não funcionar na vida real. Além disso, existe um "padrão de qualidade" para entender o que significa "funcionar". Um pedreiro de esquina até pode erguer uma casa, com 1... 2... ou até 3 andares, mas eu não passaria nem perto se ele tentasse construir, com base no pouco que sabe, um arranha-céu de 100 andares, mesmo que dessem a ele todo o dinheiro necessário para fazê-lo. No caso da simultaneidade e da própria Relatividade, é o que "tem pra hoje". Dentro de todas as ideias disponíveis atualmente, ela é a que melhor consegue atender as necessidades. O próprio funcionamento do GPS depende disso (lembrando que só usamos a versão civil dessa tecnologia, pois a versão militar é ainda mais precisa).
No caso da Mecânica Quântica, vale a mesma coisa: ela funciona extremamente bem para aquilo que foi feita. Já em relação aos átomos, basta você ter o instrumento de medida correto nas mãos para observá-los, como os microscópios de força atômica. É claro que ter o instrumento e fazer a observação não é suficiente para dizer que revelou a "verdade escondida na Natureza", mas cuidado com o nihilismo total. Daqui a pouco, você fica louco só por saber que até seus olhos são um instrumento de medida, e nem é um dos mais precisos... hehe
A questão da Ciência não é exatamente o que está correto (o que é verdade), mas, sim, o que funciona na prática. O que importa é o que permite vantagem tecnológica ou tem potencial de gerar uma vantagem tecnológica. O cientista em si é uma pessoa curiosa, assim como você também é, mas curiosidade, sozinha, não põe comida na mesa... hehe... e nem garante dinheiro para as pesquisas. Quem paga quer retorno em algo que funcione, então os cientistas seguem fazendo o possível em meio a essa "prostituição intelectual".
Mais uma vez, é por isso que eu citei que os filósofos naturais se tornaram cientistas após a profissionalização. Antes disso, os filósofos naturais eram majoritariamente pessoas abastadas que podiam bancar seu próprio hobby (ao estilo "homem de ferro" da Marvel), e, mesmo assim, rolava uma relação de "amizade" com outras pessoas poderosas e "interessadas".
Nesse ponto, você pode me perguntar se: a Ciência é apenas uma conspiração dos poderosos para enganar as pessoas. Não, pois os poderosos dão a mínima paras as pessoas comuns. Só prestam atenção quando as massas começam a encher o saco, e lançam as migalhas para acalmar a multidão. Sinceramente, a Ciência faz parte de uma disputa de poder entre os poderosos para saber quem tem mais poder. Você não está acompanhando a "rinha de bilionários" entre Jeff Bezos, Elon Musk e Richard Branson na "corrida espacial do século XXI"? Talvez nós, reles mortais, tenhamos algum benefício, por tabela, dessa disputa, mas eles só estão preocupados com eles mesmos...
Depois de tudo isso, ainda existem pessoas altruístas e bem intencionadas? Até existem, mas não é isso que realmente move a Ciência. Do mais, ainda parece sobrar algum benefício da Ciência para nós, pessoas comuns...
"Me.prove que.multivesos existem."
"Me prove que a teoria das cordas é científica?"
Isso não só não posso provar, como nem mesmo aqueles que defendem essa ideia conseguem...
Eu acho que a divulgação científica acaba incentivando, no público leigo, uma distorção do que é científico e do que é metacientífico. Teorias de cordas, hipótese de multiversos, etc., são ideias que chamam a atenção do público e vendem bastante, mas, dentro do meio especializado, existem aqueles que defendem essas ideias, que são minoria, e existe a grande maioria que "só acredita vendo", que nem "São Tomé". Essas hipóteses são fortemente baseadas em dados científicos conhecidos, mas ainda não foram capazes de funcionar de fato ao ponto de serem realmente chamadas de científicas, ou seja, ainda não viraram conhecimento. Não sei nem se irão tornar-se científicas... hehe (eu não ponho minha mão no fogo)
"Me prove o que é gravidade."
Eu não posso provar o que é a gravidade, eu só posso demonstrar como ela funciona dentro de um limite de validade experimental. Eu citei Descartes justamente para dizer que a Ciência não explica os porquês, só identifica como as coisas funcionam. Depois vem a Tecnologia e dá uma utilidade a esse conhecimento. É claro que a maioria dos cientistas não gostam só de descrever fenômenos e tendem a exercitar sua capacidade de interpretação daquilo que estudam. Essas são apenas interpretações sujeitas a mudanças ao longo do tempo, mas atendem às necessidades humanas de tentar explicar o mundo à sua volta.
Resumindo, falar que as coisas caem por causa da gravidade não faz o menor sentido, pois isso é, no mínimo, um argumento circular... ahauhauhauahuahauau
"Me prove que um gêmeo que.viajou a velocidade da luz não envelheceu?"
Olha, existe o famoso experimento de Rafele-Keating. Não foi feito com gêmeos, mas é bem interessante. A ideia de colocar gêmeos é só para fins didáticos, e, no original de 1911, Lagevin apenas disse que eram dois irmãos, não disse que eram gêmeos... hehe... É claro que não é o único experimento que existe, mas, o ideal mesmo, é você trabalhar em algum laboratório ou algum grupo experimental em que efeitos relativistas são verificados constantemente. Esse é o melhor jeito de alguém convencer-se de algo funciona. Só ouvir falar não é confiável...
"Me.prove que um gato pode estár vivo e morto ao mesmo tempo, isso é possível?"
Essa foi uma analogia usada por Schrödinger para tentar descrever o que acontece na Mecânica Quântica. Foi uma analogia infeliz, na verdade. Didaticamente, ela abre brecha para o surgimento de uma série de concepções alternativas, em vez de reforçar a concepção que se quer esclarecer.
"Me prove que a dualidade onda partícula existe?"
Não existe, pois esse é um vício de linguagem que vem da Física Clássica. O que existe é um comportamento quântico, verificado experimentalmente, que é estranho para quem tentar explicar usando a Física Clássica.
Otávio Fossa
'X de vingança'
O que começou no Orkut, findarão no Facebook. Você fez parte (como está expresso em sua próprias palavras) do que me.diziam'
' quem tu pensa.que é para crítica Issac Newton?
Quem tu pensa que é para criticar Albert Einstein?
Mais um com uma grande idéia, olhem mais um grande gênio (ironicamente)
A teoria X tem a mesma base da época, qual vocês os maiores sabios do mundo julgaram de.forma ríspida, sátira, com grande desmerito...
Pois bem, vamos lá, deixe-me responder vossas questões que sim, tem grandes relevâncias, porem, vamos analisar suas ingrugencias.
Você sempre repete como uma ladainha infernal essa frase do 'valle tudo' como se eu estivesse utilizando esse princípio em meu trabalho, mas.o certo é que a análises, questionamentos específicos sobre os temas apresentados.
Sobre o ônus da prova que vice alega que cabe a minha a pessoa apresentá-los., Mas.vice não fez nenhuma pergunta específica sobre a teoria X. Apenas repetiu os.mesmis erros do Orkut.
Você não sabe o que está dizendo. Vice não conhece laboratório. Voce não conhece isso e aquilo. Claro, que alguns questões estão em forma de perguntas, para tentar desfaçar a tentativa infrutífera de depreciação.
Sendo assim, você assume a postura de apresentar o ônus da prova.
(Se vice não conseguir faço para você).
Otávio Fossa
Não nunca estive em um laboratório, meu laboratório é minha mente..
Se as ideias possuem valor, a ciência funciona, assim estimamos o valor através de porcentagens, se alcançamos dez.por cento em determinado estudo, dependendo da área será um avanço maravilhoso.
Não é um vale tudo intelectual mas uma demanda conceitual.
Daqui a.pouco , vamos falar sobre Relatividade, e como a Teoria X enche certos campos dessa teoria.
Só sabemos que o átomo está ali, mas não sabemos exatamente o que ele é, não é que meus olhos naturais vai medi-loi, precisamos melhorar os equipamentos de medições.
Sobre o teu endeusamento da.matematuca , ele é fraco, a matemática apenas explicar o funcionamento da Gravidade, não o que ela é, o mesmo ocorre na física Quântica. Noa explica o 'porque' do fenômeno, aqui que entra a teoria X, visando preenche, indicar caminhos para ele preenchimento .
A ciência está dominada pela a.politica , e meios econômicos há muito tempo, principalmente,.a.partir da segunda guerra mundial.
Você disse que a dualidade onda-particula não existe,.com isso você matou Shoringer e heinseberg
A teoria X, visa explicar isso, mas qual é a tua proposta?
"' quem tu pensa.que é para crítica Issac Newton?
Quem tu pensa que é para criticar Albert Einstein?"
Não me tome como um qualquer, pois não sou adulador de "gênio"... hehe
Se precisar criticar Newton e Einstein, não tem problema, mas, antes, é necessário entender realmente o que eles fizeram. Caso contrário, você critica A, sendo que eles fizeram B.
"Mais um com uma grande idéia, olhem mais um grande gênio (ironicamente)"
"A.pergunta esta respondida, a resposta está no texto da teoria X, mas teu preconceito não te permitiu enxergar, e.tua baixa-auto estima projetada para os outros não te permitiu observar."
A questão em jogo é justamente o excesso de autoestima, é a pessoa querer ser especial custe o que custar. É claro que a aprovação do grupo de pessoas ao redor não quer dizer que alguém está certo, mas eu tenho mais ressalvas em relação àqueles que se consideram sempre certos, sempre infalíveis...
Se refletir sobre as próprias opiniões, se ter cautela e discernimento (sem que a cautela se torne paralisia), significa ter baixa autoestima, então eu estou feliz com essa minha condição... hehe
"Você não sabe o que está dizendo. Vice não conhece laboratório. Voce não conhece isso e aquilo. Claro, que alguns questões estão em forma de perguntas, para tentar desfaçar a tentativa infrutífera de depreciação."
Isso não é depreciação, é desqualificação. Depreciação seria uma ataque pessoal contra você, contra sua integridade, enquanto a desqualificação está relacionada ao seu conhecimento de causa. Cara, para avaliar o conteúdo do trabalho de um juiz, é necessário, no mínimo, ter a formação em direito. Para criticar o conteúdo do trabalho de um professor, ou seja, dizer como ele deve ensinar ou não, tem que ter formação em pedagogia ou áreas afins. Para criticar o conteúdo do trabalho de um médico, tem que ter formação em medicina ou áreas afins.
Na minha adolescência, quando coloquei na cabeça que eu queria demonstrar tal coisa, decidi estudar Física. Fiz o bacharelado, fiz a licenciatura, fiz o mestrado e, agora, estou terminando o doutorado. Trabalho como professor de Física há mais de 10 anos. Isso fez com que eu mudasse meus objetivos de adolescência? Não, ao contrário, toda essa experiência oferece as ferramentas necessárias para eu tentar alcançar meus objetivos. Tornei-me uma pessoa qualificada, agora é saber se serei habilidoso o suficiente para chegar lá... hehe
E quando você falar sobre algo que não é sua especialidade? O melhor exemplo disso é o livro "O que é a vida?" escrito pelo Schrödinger. Schrödinger era físico, não biólogo, então adotou um tom humilde durante todo o discurso. Em vez de dizer que ele tinha as respostas para o problema dos biólogos, ele tentou entender a discussão e dar algumas sugestões, admitindo que poderia estar errado ou mesmo falando bobeira. Tornou-se um excelente livro, apreciado pelos próprios biólogos, não como um manual, mas como um texto para reflexão.
"Sobre o teu endeusamento da.matematuca , ele é fraco, a matemática apenas explicar o funcionamento da Gravidade, não o que ela é, o mesmo ocorre na física Quântica."
Eu não endeuso a Matemática, mas eu sei de sua utilidade como uma linguagem compacta e objetiva para descrever o funcionamento das coisas. Reforço, a Matemática não explica as coisas, ela as descreve. Ela é uma excelente ferramenta para os físicos, assim como um alicate é uma excelente ferramenta para um mecânico... ahuahuahauhau
Já em relação às explicações, foi por isso que eu comentei sobre o que a Ciência efetivamente faz. Você dizer que a Ciência não explica as coisas é nada mais do que eu mesmo tinha escrito. Eu falei que o objetivo da Ciência não é explicar os porquês, mas, sim, descrever como as coisas funcionam. Assim, por exemplo, a Mecânica Quântica é científica. Você é que possui um conceito equivocado do que significa a Ciência.
"Você disse que a dualidade onda-particula não existe,.com isso você matou Shoringer e heinseberg"
Está vendo como você não tem a menor ideia do que eu falei? Pior do que dizer que uma pessoa está errada é dizer que ela não está nem errada, ou seja, que ela não tem a mínima noção do que está falando.
Repito, não estou desmerecendo sua curiosidade e sua criatividade, mas você precisa se qualificar. Faça um curso de Física e, se possível, faça um mestrado e um doutorado. Ou faça Biologia. Sempre há tempo para tentar uma nova qualificação na vida (Sei disso porque dou aula, por exemplo, para a EJA e tenho até alunos com 50, 60 anos de idade, com uma profissão, com filhos, com netos, mas querendo uma nova qualificação)
Eu não estou aqui para diminui-lo, estou aqui para incentivá-lo a estudar mais.
Otávio Fossa Otávio Fossa Otávio Fossa
Partimos da.fisica para.a psicologia, sinto-me melhor agora.
Você fez uma Critica sobre a demanda de Aristóteles, e o seu real.valor, mas você demandou muito e não respondeu nada sobre a Teoria X. Que é o que realmente importa nesse processo.
Você passou a ter cautela nos termos, somente depois de.levar umas chicotadas no lombo da tua arrogância.
Apelo a autoridade.
Quando comecei meus trabalhos lá no tempo do Orkut, haviam muitas matérias dizendo que Newton e Einstein eram deuses insuperáveia, inquestionáveis.
Só que sempre fui teimoso em.descobrir as verdades. Andei uns sete quilômetros daqui de casa até o centro. Quando cheguei na biblioteca central, no meio daquele mundo de.livros,. só tinha um livro falando da Relatividade chamado:
Explicando a Relatividade de Rogério Mourão.
Li o livro lá.mesmo,.sem 'bufufa' para pagar as xerox, é um livro fino, e de resumo histórico sobre a relatidade.
Basicamente copiei todo o livro na 'base da canetada'. Voltei num 'sol quente do cão', mas aquilo me abriu os olhos mais ainda. A Relatividade tinha vários autores.
Depois depois a aconteceu o mesmo com o Newton,.mas.sobre outras condições.
Sou o maior defensor da ciência desse século, consequentemente também seu maior crítico.
Ah, tá. Voltando ao apelo a autoridade. No YouTube elementos de altíssimas formações de Harvard, e nomes famosos no Brasil como Marcelo Gleiser, , nos vídeos sobre Newton ou Einstein, não diziam , por exemplo, o que o Rogério Mourão explicava no seu pequeno livro Explicando a Relatividade, lá conheci Lorentz da dilatação espaço temporal, Langevin, e o grande Henry Poincore , da teoria do caos e da Relatividade, . Pensei:
Algo não bate, esses caras estão agindo no campo da política,, não da ciência. Completei, agora vai.
Lhe respeito grandemente pelas suas.formacoes,.parabéns mesmo, espero que você consiga,.na.fisica, alcançar teus intuitos,.mas.aqui entre eu e você, não te temo por essas qualificações, pelo o contrário, se você disser que estou certo em um apenas de um ponto, será para mim explendido, mesmo que, entre mil coisas erradas.
Galileu era formado em medicina,
Russel Wallace, Darwin , Faraday, entre tantos outros eram de formações diferente do que se destacaram.
Nenhum.muro pode deter o conhecimento, apesar de tentarem.
Voltando.
Se errei sobre a análise que fiz sobre a questão onda-particula, sobre você ter dito que não existe o fenômeno onda-particula.
Então , o que você quis realmente dizer?
Creiio que um problema da.medicina e um físico, é que são diferentes, o primeiro mexe.com o ser humano,.o outro com teorias, e cálculos, até no tempo de Galileu era assim, se ele fosse formado em Fisica, ele não poderia praticar a medicina,.mas o contrario pôde,
Mas,.sobre ser o que se quis, ou fazer os cursos por ti propôsto: o que desejei ser desde dos treze até os vintes e hoje, ultrapassou em muito o que eu sonhei, parece um sonho dentro de outro sonho, mas é real (será?)
A ciência não é só explicar o funcionamento de um fenômeno, mas como ele é em sua 'essencia' também, assim ela é mutilada.
Sobre a física quântica que você insiste em dizer que é 'cientifica' , ela é só um formalismo matemático, com mais de 5o interpretações mundo a fora.
O próprio Feymann disse isso que a quântica 'ninguem entender' , e isso perdura até hoje,
Não é uma.questao de depreciação, mas, de desqualificação. Otávio Fossa, respondendo a Edson Exs, sobre seus questionamentos.
Então, vamos lá
(Daqui a pouco vamos direto para a física, e dar um cheque mate nesse assunto quem veio do Orkut direto para o Facebook.
Assim que me desocupar por aqui. X de vingança)
Edson Exs Eu acho que não mudei minha forma de escrever. Acho que você é que se acostumou com a forma com que eu escrevo e começou a entender o conteúdo escrito... hehe
"Galileu era formado em medicina,
Russel Wallace, Darwin , Faraday, entre tantos outros eram de formações diferente do que se destacaram.
Nenhum.muro pode deter o conhecimento, apesar de tentarem."
Como eu disse antes, a profissionalização das Ciências só ocorreu após a Revolução Industrial, e, ainda assim, não foi imediata. Na Europa e Estados Unidos, isso ocorreu ainda ao longo do século XIX. No Brasil, só na metade do século XX. Antes disso, não existia a profissão de cientista. Ou a pessoa era rica para sustentar o próprio hobby (sim, a Física era um hobby naquela época) ou era sustentada por algum patrono. O caso de Michael Faraday foi interessante porque, mesmo que não tivesse uma qualificação superior (por exemplo, ele só conhecia Matemática do "ensino médio"), ele possuía uma habilidade técnica excepcional. Ele era o "rei" do laboratório, além de ser um homem muito criativo. Ele podia não conseguir demonstrar suas ideias com cálculos, mas as demonstrava com experimentos.
Seja antes ou seja depois da profissionalização, nos últimos 600 anos, ou a pessoa era boa em Matemática, ou a pessoa era boa no laboratório, ou a pessoa era boa em ambas as coisas. Galileo não ficou só na retórica contra as ideias de Aristóteles. Quando Galileo ficou sabendo da invenção do telescópio por Hans Lippershey, ele rapidamente vez uma adaptação no modelo do instrumento e mandou construir o protótipo (Sim, pois ele mesmo não sabia fazer lentes, etc. Precisou contratar, e pagar, alguém que construísse para ele). Munido de sua versão do telescópio, a qual chamou de luneta, passou a observar os corpos celestes. Eles fez observações diárias com anotações ao longo de décadas!!!
Quer mais um exemplo anterior à profissionalização? Pierre de Fermat, que era advogado e diplomata. Só que Fermat era excelente não só em Letras e em Leis, como também em Matemática, além de possuir uma rede de "amigos" que faziam experimentos e mandavam os dados para ele.
Resumindo, essas pessoas podiam não ter a formação de cientista, mas possuíam as habilidades e as competências exigidas para realizar aquelas tarefas. Mais ainda, as habilidades e as competências desenvolvidas nos cursos de formação de cientistas são inspiradas nessas pessoas. Assim, o objetivo do ensino de Ciências é fazer com que essas habilidades e competências sejam estimuladas nas gerações atuais, em vez de ter que esperar que elas apareçam espontaneamente. É uma maneira de acelerar o processo.
Há também detalhes importantes que estão faltando nessa história: o acúmulo de conhecimento e os custos dos experimentos. Dizem que Leibniz foi o último "universalista" da História, ou seja, a última pessoa que conseguiu saber e ser boa em todas as áreas do conhecimento de seu tempo. De lá pra cá, o conhecimento acumulado pela humanidade cresceu muito, então a formação profissional permite que você chegue o mais rápido possível ao limite do conhecimento, mas só em uma parte dele. O limite do conhecimento atual em Física envolve fenômenos muito pequenos ou muito grandes, o que exige muito dinheiro para fazer esses experimentos e mão de obra técnica muito especializada para operá-los. Há 200 anos, Faraday conseguia manufaturar seus próprios experimentos, hoje em dia isso é muitíssimo mais complicado. Por isso que a Física atual, principalmente experimental, é majoritariamente feita por grupos grandes de cientistas, engenheiros e técnicos de laboratório. Até mesmo a pesquisa teórica tende a não ser solitária.
Para fazer parte desses grupos você precisa se enturmar, logo, insisto, o ônus da prova não é meu. Eu já faço parte do "grupo". Se você não conseguir convencer os cientistas, ninguém vai dar a mínima para suas ideias.
"A ciência não é só explicar o funcionamento de um fenômeno, mas como ele é em sua 'essencia' também, assim ela é mutilada."
Por isso que mencionei que existe a Ciência e existe a "metaciência", ou seja, as discussões sobre os fatos científicos. Voltando ao exemplo da Mecânica Quântica, ele é científica porque ela funciona, ponto. Existe muita discussão metacientifica de como interpretar os resultados da Mecânica Quântica.
No entanto, para você fazer essa discussão, você precisa conhecer os resultados da Mecânica Quântica. Você precisa conhecer os experimentos, você precisa conhecer os cálculos, etc. O problema é que você não conhece o suficiente sobre o assunto e isso é nítido e notório para qualquer físico. Não conhecer esses detalhes importantes, faz com que você chegue a conclusões precipitadas e que não fazem sentido.
Otávio Fossa Otávio Fossa
Obrigado, pela o exposição da história da ciência, espero nobres amigos que vocês que querem conhecê-la possam aprender cada vez mais sobre o assunto,. é muito importante. No meu livro Ciensofia l, tem um capítulo onde.exponho Leibniz contra Newton, seu verdadeiro rival da época.
Aí.me.influenciou inicialmente, foram Aristóteles e.Leubniz ,. porque eles.espexulam sobre muitas coisas da ciência e da filosofia,.por isso os conserto os primeiros ciensofistas, depois conhece Descartes, também é um Ciensofista ou Ciensofo.
Lebniz tinha ideias.muto avançadas para a época. Se.comtrapos em muitas coisas a Newton, inclusive publicou o cálculo infenitesimal antes de Newton. Inclusive Fermat teve um pré cálculo infenitesimal.
Propos o código binário,.sim, esse mesmo que te faz lê o que está escrito aqui, e tudo no mundo virtual. Entre tantas.outras coisa que estão no meu livro.
Quando fiz aquelas perguntas 'prove isso, prove aquilo'. Foi um pouco exagerado, porem, nobres amigos era para deixar claro para vocês que não existe essa que, dos conceitos que expressei serem tacitamente científicos como se.alega por aqui, como o próprio estudioso Fossa explicou.
Grupo eu tendo a odiar grupos, lembrou-me.quando garoto tinha que enfrenta-lis.sozinho.
Quando enfrentava só um era bom, enquanto os.outros assistiam, mas quando passava para dois , três, aí o 'bicho pegava', pernas pra que ti quero.
Aqui no virtual um dia desses enfrentei uns trinta a 40 sozinho. O mais.importante é a.qualidade ,.não a quantidade, principalmente, no conhecimento.
Se eu não tiver num grupo minhas ideias serão falsas, imagine o nível.desse tipo de gente.
Sobre física quântica, tive que assitir vários vídeos de especialistas da área para ter uma ideia que minha crítica analítica sobre a questão da inda partícula, estaria bem direcionada em sua narrativa. Até agora tudo bem.
Vá (vão), no canal Filosofia Acadêmica. Com o título filosofia da física quântica, e veja a doutora em quântica Diana Tascheto, explicando os problemas da física quântica,.isso há uns cinco meses atrás, porem, analisei outros especialistas.e.todoa dizem a.mesma coisa
"A gente não sabe o que esse formalismo (quântico), diz sobre a Realidade, se é que ele diz alguma coisa". Diana Tascheto,.física quântica.
Sim, existe ou não o dualismo onda partícula?
Lá atrás você disse 'não existe',.
Qual é tua explicação?
Até o final do ano que vem estarei frente a a frente com muitos elementos do YouTube, dessas.areas, aí vamos conversar frontalmente.
Otávio Fossa
Somos dois físicos, então vamos falar de física. Gato sabe onde.pisa, então, falaremos somente da parte teórica.
Um diia.emprestwi um livro do meu irmão, era um livro de.bolso, chamado Vida e Pensamentos de Albert Einstein, da Martin Claret. Indo direto ao assunto,.quando li sobre a.o espaço tempo relativo que dizia o seguinte:
Espaço tempo são relativos.porque dependem dos observadores.
Não o espaço tempo não dependem.dos observadores, mas os observadores é que dependem do espaço tempo o espaço será relativo se houve percepções, divisões desiguais entre os observadorws, e espaço tempo serão Absolutos se.houve percepções, cálculos iguais entre os observadores. Teoria X de Edson Exs.
Exemplo, da Relatividade quando um avião cruza os céus, para.observador terrestre o avião faz uma reta,.para um observador no espaço, o avião faz uma curva.
Pensei que seria impossível o avião executar uma reta e uma curva ao mesmo Tempo. Sim, é.
Se o avião está acompanhando a esfericidade da terra, ele executa uma curva, não uma reta. Mesmo que ela seja vista de.infintas posições, o ato da curva estará ali no fenômeno, mesmo que aparentemente de.outras Posições a veja como uma reta.
Edson Exs
"Sim, existe ou não o dualismo onda partícula?
Lá atrás você disse 'não existe',.
Qual é tua explicação?"
O ideal é dizer que um objeto quântico não é nem onda, nem partícula, pois "onda" e "partícula" são dois conceitos clássicos. Atrapalha muito tentar usar esses dois termos, pois eles são inadequados. Eu, particularmente, sou favorável a uma interpretação da Mecânica Quântica bem atual, ligada ao pessoal de computação e informação quântica e baseada no fenômeno da descoerência (decoherence em inglês). Somente usando a capacidade de emaranhamento do sistema, é possível descrever o comportamento dos estados quânticos do objeto, inclusive deduzir quando ele se comporta como uma onda clássica ou como uma partícula clássica.
Também não é muito difícil entender determinados comportamentos como a complementaridade entre algumas grandezas. Por exemplo, o que significa dizer que, se você sabe onde está o objeto quântico, você não sabe como ele se movimenta, e vice-versa? Na verdade, o problema não está na Mecânica Quântica, mas na própria Mecânica Clássica. O que conseguimos medir de fato na Mecânica Clássica é a velocidade média, e não a velocidade "instantânea". Sempre, repito, sempre são necessárias, na prática, pelo menos duas posição do objeto para poder medir seu movimento. Da até para verificar, por cálculo numérico, que a velocidade média converge para um determinado valor conforme os intervalos são diminuídos, mas, daí, acreditar que existe uma velocidade bem definida em uma única posição, essa é uma extrapolação tipicamente clássica. Para fenômenos em escala clássica, é possível considerar intervalos como infinitesimais, mas a Mecânica Quântica diz claramente que existe um limite físico para isso. Em situações microscópicas, sempre serão necessários, pelo menos, duas posições do objeto para descrever seu movimento.
De Feynman para cá, muita coisa mudou em termos de compreensão da Mecânica Quântica.
"Espaço tempo são relativos.porque dependem dos observadores."
Dá até um aperto no coração saber que alguém escreveu e publicou essa porcaria. Estou escrevendo um artigo exatamente sobre essas concepções alternativas sobre o conceito de referencial. Eu e duas colegas estamos verificando as concepções de estudantes da educação básica, do 9º ano do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio, e dos estudantes da graduação em Física e áreas afins, principalmente calouros e concluintes, sobre o assunto. Na classificação que usamos, associar a relatividade do movimento a um problema de perspectiva (ou seja, ligado ao observador) é chamado de pseudo-relativismo.
A relatividade do movimento definitivamente não é um problema de perspectiva. Existem pessoas, por outro lado, que definem o movimento em relação a um ponto, ou objeto, de referência, mas essa definição também é problemática. Um ponto de referência só permite diferenciar movimento de repouso, mas não dá detalhes sobre o movimento, caso ele ocorra. Dá até para colocar 2 pontos de referência, mas o ideal mesmo é usar uma "régua", que oferece vários pontos. Com vários pontos dá para descrever melhor o movimento. Matematicamente, essa régua pode ser abstraída como uma "reta real". Como para medir comprimento, largura e altura são necessárias, pelo menos, três réguas perpendiculares entre si, então elas são abstraídas como três eixos coordenados: x, y e z. Por isso que Einstein usa o nome "sistema de coordenadas" para descrever o que chamamos, hoje de referencial. No entanto, até mesmo o uso de uma Geometria Analítica tem problemas, pois sempre há a necessidade de se definir a coordenada (0,0,0) do sistema de coordenadas. Esse problema é removido quando passamos para uma Geometria Afim, cujos objetos são basicamente um tipo de vetor (ou seja, é descrito pela Álgebra Linear).
"Pensei que seria impossível o avião executar uma reta e uma curva ao mesmo Tempo. Sim, é."
Sim, mas isso não é realmente uma novidade. Newton, por exemplo, considerava a relatividade do movimento apenas como um problema de medida, não como uma característica intrínseca da Natureza. É fácil perceber isso quando ele comenta que a distância entre dois pontos é sempre a mesma independente de como você dispõe uma régua para medi-la ou quando ele comenta sobre a curvatura do "balde" girante. Mais do que isso, Einstein, quando cria a Relatividade Geral, acaba colocando a curvatura do espaço-tempo como algo intrínseco à Natureza, não como algo necessariamente relativo, mesmo que possa ser medido localmente como relativo.
Só não gostei muito do seu exemplo do avião, pois dá a entender que o problema da relatividade é um problema de perspectiva. Não, o problema da relatividade é um problema de medida.
Otávio Fossa
Algumas.vezes me.fizz de demônio, quando na verdade era um um anjo. X de Vingança (Edson Exs)
Dá até um aperto no coração saber que alguém escreveu e publicou essa porcaria. Estou escrevendo um artigo exatamente sobre essas concepções alternativas...
Quando tu leio o exemplo do Avião, tu deve ter babado pelo os cantos dos lábios, e deve ter dito:
Te peguei otario, vou provar para todos mundo que esse cara é um idiota. E assim, acabo com ele de.vez' o termo 'porcaroa denota isso,.te.pedi.para você fazer uma análise critica,.mas.o arrogante cai pela a própria arrogância. Eu sabia que você iria dizer exatamente isso, é como no Orkut (isso é muito legal). Vamos lá.
Lá atrás eu te disse que a Teoria X, é uma teoria fisioquimica, teus exemplos são apenas.wxemolos geométricos,.o que.me faz lembrar Galileu que não aceitou a teoria do movimentos elípticos de Kepler': 'meus círculos perfeitos são tão belos'..
O que Kepler respondeu:
"Devemos estudar os astros não apenas em sistemas geométricos, mas também suas confirmações". A teoria X, faz parte da proposta de.kepler.
O espaço tempo relativos foram propostas por Galileu, e Leibniz contra o espaço tempo absoluto de Newton.
Se no plano geométrico isso funciona conforme tua analise ,.no mundo real,. objetivado não ocorre, o que também serve para a física Quântica que diz que um átomo pode está em dois lugares ao mesmo tempo. Não, não pode. É a.mesma coisa.para o avião.
Mesmo que outros observadores em outras posições , vejam o avião executando uma reta, é apenas uma p(ercepção) r(elativa: irreal, falsa..) do evento, não uma p(ercepção) ab(soluta: real...) Do acontecimento, pois o avião está movimentando-se sobre um campo curvo
Quando Galileu e.Leibniz, propuseram que, espaço tempo são relativos dependem do observador.
Isso não é científico. Isso é o mundo das.ideias.de Platão.
Quando a.teoria X diz que, o observador é que depende do espaço tempo. Fará o indivíduo buscar o entendimento daquilo que ele está presenciando. Como está expresso no exemplo do avião da teoria X.
Só não gostei muito do seu exemplo do avião, pois dá a entender que o problema da relatividade é um problema de perspectiva. Não, o problema da relatividade é um problema de medida. Otávio Fossa
Esse não é o problema de Teoria X,: todo problema é um problema de.medida, que só podem serem realizadas a partir da.minha perspectiva (como já expressei), de minhas percepções,.nesse.caso sobre o mundo natural.
Outro exemplo, a Relatividade diz que, tanto a Lua gira em torno da Terra,.quanto a Terra gura em torno da Lua.
Geometricamente, sim (Galileu), fisicamente, não (Kepler). A força fisioquimica da Terra gera a Gravidade que 'prende' a Lua a ela,.porem, a Lua também atrai a Terra,.de forma mais infima. Mas ,.o elemento predominante nesse sistema é a Terra, e a sua gravidade (Exs).
Dá até um aperto no coração saber que alguém escreveu e publicou essa porcaria. Estou escrevendo um artigo exatamente sobre essas concepções alternativas...
Otávio Fossa
A TEORIA X – DE EDSON EXS, APLICADA A TEORIA DA RELATIVIDADE
Inúmeras vezes foi Einstein solicitado por pessoas de todas as classes a dar um a síntese compreensiva do que ele entendia por “relatividade “__e nem uma vez Einstein explicou o que era “relatividade” __o que ele afirma sempre de novo em seus livros que a relatividade não e objeto de análise intelectual, e sim de intuição cósmica. Einstein – O Enigma Do Universo (pg
85-86). Martin Claret. Huberto Roden
Definição Irônica Da Relatividade Por Albert Einstein
A secretaria de Einstein, atormentada, por uma série de pessoas, que lhe exigiam uma explicação simples da teoria da relatividade. Perguntou-lhe. "como devo definir lhes relatividade?". Com um sorriso malicioso, retirando o cachimbo da boca "diga-lhes", respondeu a secretária,
"que quando um rapaz senta-se ao lado de uma bela moça, durante uma hora, tem a impressão que se passou um minuto. Deixei-o senta sobre um fogão quente durante um minuto somente e esse minuto lhe parecera uma hora__Isto é relatividade. Einstein – O Enigma Do Universo. Martin Claret.
A Teoria Da Relatividade e a negação dos valores absolutos, tanto faz, eu vejo de um jeito, você de outro e, estamos conversados.
Definição Da Teoria X - De Edson Exs
No que concerne as p(ercepções) r(elativas) de tempo (do exemplo acima), às sensações temporais, serão r(elativas,ireais...) como poderiam ser absolutas, idênticas, se houvesse a mesma divisão... de espaço-tempo-dimensões, entre os observadores, porém, ao valor de tempo propriamente dito, ab(soluto), pois uma hora e sempre uma hora, formada de 60 minutos, como um minuto o é de 60 segundos...
Independentemente das sensações temporais r(elativas, ilusórias): tanto do lado da namorada (uma hora como se fosse um minuto), como sentado num fogão quente (um minuto como se fosse uma hora).O fato de não sentir o dia (24 horas) passar, não significa que este não passou__Isto é A Teoria X.
A Teoria X – de Edson Exs, é a afirmação dos valores abs(olutos, reais, únicos, necessários), mesmo na agregação dos relativos (irreais, ilusórios...).
"Te peguei otario, vou provar para todos mundo que esse cara é um idiota. E assim, acabo com ele de.vez' o termo 'porcaroa denota isso,.te.pedi.para você fazer uma análise critica,.mas.o arrogante cai pela a própria arrogância."
Realmente, é difícil conversar com alguém que não tem a capacidade mínima de interpretação de texto. Você citou um possível trecho do livro "Vida e Pensamentos de Albert Einstein", da Martin Claret. Você discordou desse trecho. Eu recitei esse trecho e, também, critiquei, dizendo que era uma porcaria. Eu não estava criticando você, estava criticando o mesmo trecho que você criticou... hehe
Na verdade, você está precisando atualizar sua biblioteca. "Vida e Pensamentos de Albert Einstein", "Einstein – O Enigma Do Universo", que diabo de livros são esses??? O único livro que você citou e eu li foi o "Explicando a Teoria da Relatividade", do falecido professor Ronaldo Rogério de Freitas Mourão. Mesmo assim, o livro dele não é muito bom...
Sugestão de livros:
EINSTEIN, Albert. A Teoria da Relatividade Especial e Geral. Tradução de Carlos Almeida Pereira. Rio de Janeiro: Contraponto, 1999.
EINSTEIN, Albert. Como vejo o mundo. Tradução de H. P. de Andrade. ed. especial. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2011.
PAIS, Abraham. "Sutil é o Senhor...'': a ciência e a vida de Albert Einstein. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1995.
ISAACSON, Walter. Einstein: sua vida, seu universo. Tradução de Celso Nogueira et al. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
O problema da sua hipótese filosófica está em forçar a relação entre o tempo medido por um relógio e o tempo psicológico. Existem diferenças entre o processo de envelhecimento termodinâmico e o envelhecimento bioquímico do corpo humano, e mesmo o envelhecimento bioquímico não está associado, pelo menos em princípio, ao tempo psicológico.
Dou um exemplo simples: uma pessoa em coma profundo por anos, ou até mesmo décadas, não para de envelhecer. Por mais que ela acorde de repente e por mais que, na cabeça dela, o tempo não tenha passado, o mundo exterior mudou e o seu próprio corpo envelheceu. Isso eu sei que você concorda, mas esse não é o tema da Relatividade de Einstein.
Não sei se você vai entender, mas, se não entender, encerramos por aqui. Irei responder a pergunta que lhe fiz sobre o envelhecimento termodinâmico e sua relação com o paradoxo dos gêmeos: Relógios são baseados em movimento, mas a constância da velocidade da luz impõe um limite à composição de velocidade, o que afeta o próprio mecanismo do relógio. Se isso afetasse apenas relógios normais, não haveriam problemas. No entanto, o envelhecimento térmico dos corpos também depende de movimentos microscópicos das partículas que os compõem, que também sofrem o efeito do limite de composição de movimento. Até mesmo processos bioquímicos como o movimento de radicais livres e o movimento da DNA-polimerase são afetados pelo limite na composição de movimento. Esse não é um processo de origem psicológica, mas afeta todo o funcionamento do organismo, incluindo o funcionamento do cérebro, que depende do movimento de impulsos elétricos entre os neurônios.